Dr. Manoel - Presidente da FBU    A FBU é a Entidade de Cúpula de Umbanda, Candomblé e demais Cultos Afro-Brasileiros com personalidade jurídica reconhecida em âmbito nacional que tem como função primordial legalizar os Templos, fornecendo Alvará de Funcionamento, Estatutos e demais documentações necessárias ao exercício das atividades religiosas e sociais dos mesmos, promovendo através de cursos, o aperfeiçoamento dos Sacerdotes, Diretores de Cultos das Entidades filiadas.

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Palavras do Presidente...

 

O GRITO DA CIDANIA

                                                                               

               O Grito desses Jovens Brasileiros, certamente,  continuarão ecoando  nas consciências  de todas  as pessoas de bem da nossa Pátria Amada, esse nosso Brazilzão,  “danado de besta de bom”! No dizer dos nossos irmãos nordestinos!   

               A verdade é que nossos jovens, (os Jovens do bem), nos deram uma grandiosa lição de democracia, civismo e brasilidade.  Por outro lado, o Brasil está de parabéns pela demonstração de sua maturidade democrática. Vejo tudo isso como mais um bom motivo para me sentir orgulhoso de ser um Brasileiro. Estamos  de parabéns!

                Basicamente, o que nossos Jovens desejam, é ver o fim da corrupção em nosso pais e com isso,  viver-se  melhor, desfrutando  de um serviço público de melhor  qualidade, mais    justo e mais digno da magnitude do nosso Povo .

                A corrupção é um “roubo covarde”, é uma espécie de “câncer moral e social”. Pela sua gravidade, essa “doença moral”  tem causado prejuízos históricos à nossa pátria, talvez ela tenha que ser tratada com terapias preventivas mais rigorosas, novas “quimioterapias” a serem buscadas.

                É chegada à hora dos nossos políticos começarem a dedicar maior atenção aos seus “deveres de casa”. A nossa dinâmica Presidenta Dilma, mostrando sua sensibilidade de pessoa do bem, propõe um pacto político, muito bom! Como simples mortal e brasileiro de coração, sugeriria um Pacto Político, Moral e Cívico. 

 

Manoel Alves de Souza
Pres. F.B.U.
 
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."
Chico Xavier.

 

 

    

O SEU TERREIRO É PROLONGAMENTO DE SUA CASA, AJUDE-O !

Deve haver dentro de cada um de nós, a consciência de que a nossa responsabilidade espiritual não se limita a “vestir o branco”, e participar das Sessões Espíritas. Temos que nos mostrar sempre presentes e dispostos a ajudar, colaborando ativamente e financeiramente com a manutenção do nosso Terreiro, - nosso Chão. O Chão que o acolheu! É nosso dever mantê-lo em funcionamento, levando a sério o pagamento de nossa contribuição financeira.

Sem dinheiro, mal podemos nos locomover, não conseguimos pegar um ônibus, comer, ou fazer parte de qualquer atividade social, a menos que essa entidade se auto mantenha, mas mesmo assim, para o Terreiro se manter de pé, alguém estará custeando as suas atividades e as nossas presenças. Quando um Terreiro nos abre as portas para uma sessão de culto e ou uma reunião festiva em louvação aos Orixás, ou mesmo para uma simples consulta espiritual, por mais humilde que seja o templo, esteja certo de que está havendo uma despesa para que essa atividade se realize! E, se somos recebidos gratuitamente, alguém está custeando as despesas para a realização dessa empreitada espiritual. Alguém irá pagar a conta.

A Umbanda não cobra DÍZIMO e nem “mão de obra” pelos trabalhos espirituais realizados nos Templos, que são as Casas dos Orixás, espaços simples e acolhedores, onde com os nossos pés no chão, sentimos a força e a leveza da Energia Espiritual, também constatamos ali, todo o nosso potencial de realização que emana da energia do Terreiro indo além de nossa imaginação.

O fato de não se cobrar o DÍZIMO, não significa ausência de despesas, é claro que não! Sabemos das inúmeras despesas de um Terreiro, dentre elas, luz, água, produtos de limpeza, velas, defumação, bebidas, fumo e outros materiais ritualísticos, além de encargos e cobranças relativas à legalização e contabilidade de um Terreiro!

Tudo isso, sem falarmos de pagamento de alugueres em alguns casos.

Será que o Dirigente Espiritual, o Diretor de Culto, ou Diretora de Culto, deve arcar com essas despesas a fim de fazer valer sua condição de “proprietário” do terreiro”? Serão os Diretores, os maiores beneficiados nos trabalhos espirituais realizados nos Terreiros? Não ! Não é ! O Terreiro é um espaço nosso, e sagrado, ele é um prolongamento da nossa casa. E, o Dirigente Espiritual, em sua Sublime condição de “Médium Dirigente”, ao realizar o seu Trabalho Espiritual em cumprimento de suas Atribuições Cármicas, simultaneamente, ele amenizando o “peso cármico” de cada um dos seus Filhos no Santo, seus afilhados espirituais. O Dirigente Espiritual, literalmente com os pés no chão”, humildemente, cumpre a sua nobre Missão Espiritual, ao mesmo tempo, trabalhando em prol de seu Crescimento Espiritual e de todo o grupo de médiuns e consulentes, pacientemente e generosamente, nos dedicando a maior parte do seu tempo. Por tudo isso e por todo o seu desprendimento, nos impõe o salutar dever Moral e Espiritual de ajudá-lo na condução e manutenção do nosso Templo.

Portanto, deve haver dentro de cada um de nós, a consciência de que a nossa responsabilidade espiritual não se limita a “ vestir o branco”, e participar das Sessões Espíritas. Temos que nos mostrar sempre presentes e dispostos a ajudar sempre, colaborando ativamente e financeiramente com a manutenção do nosso Terreiro, - nosso Chão. O Chão que nos acolheu! É nosso dever mantê-lo em funcionamento, levando a sério também a nossa contribuição financeira.

Na verdade, o Terreiro é uma Grande Família. O sentimento de irmandade, fraternidade, amor e respeito, reinante no seio do Terreiro, constitui a base de um Grande Elo de Corrente Espiritual. Por outro lado, todos nós temos Direitos e Deveres, temos responsabilidades e obrigações uns com os outros, essa consciência grupal faz parte de nosso trabalho espiritual. A generosidade faz parte de nossa elevada missão de Médium.

Sabemos que há muitos irmãos que só procuram o Terreiro, quando necessitam de orientação para seus problemas existenciais, como se procurassem uma clínica médica, um Analista e seu Divã. No Terreiro, ao invés do Divã, sentam no Tosco Banquinho do Preto Velho ou da Preta Velha; contam suas magoas e queixas e, resolvidos os seus conflitos, alguns passam a condição de visitantes costumeiros, e com o passar do tempo, acabam se conscientizando da importância de suas atribuições cármicas e, como Médium em desenvolvimento, passam a fazer parte daquela Família Espírita. Outros, após sanados seus problemas interiores , se ausentam até que surja outro problema. Esses Visitantes eventuais, não conhecem intimamente a importância do exercício da mediunidade, deixam para atrás a oportunidade de fazer parte do convívio daquele Terreiro. Esses visitantes ocasionais desconhecem a verdadeira importância de ser Médium!

Um Médium não fica “parado” ouvindo discursos preconcebidos, baseados em “verdades prontas”. O Médium é um Ser em Evolução Espiritual, buscando a sua própria Verdade. O Médium é um Elo na Escalada Espiritual, contribuindo em suas múltiplas manifestações mediúnicas, para o seu próprio aperfeiçoamento religioso e cultural, indiretamente e dentro de seus limites, contribuindo para o aperfeiçoamento da própria Espécie Humana.



Manoel A. Souza

 

 

 

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