Fundada em 1974, a Federação Brasileira de Umbanda nasceu da necessidade de unificar e proteger os templos...
Por que se filiar a Federação Brasileira de Umbanda?
A Religião, como Instituição é uma sociedade autônoma funcionando dentro de uma “Sociedade Maior”, - o Estado. Este, por si só, como Entidade politicamente organizada, em razão de sua Natureza Laica não teria meios para aferir, por exemplo, se determinado Templo Religioso está ou não praticando corretamente os seus Rituais Religiosos.
Não saberia atestar, por exemplo, se determinado Centro Espírita é de Candomblé ou Umbanda e se os rituais ali praticados estariam corretos ou não. A Federação Brasileira de Umbanda, como Órgão de Cúpula de Umbanda, de Candomblé e demais Cultos Afro-brasileiros, atesta através de um Alvará de Funcionamento, qual é a “Linha de Trabalho” praticada em determinado Templo e se ele é de Umbanda ou Candomblé. No caso de requerimentos de isenção de IPTU, por exemplo, é a Federação que irá atestar o regular funcionamento da entidade religiosa requerente.
Os Templos Religiosos são isentos do Alvará de Localização exigido pela Prefeitura para estabelecimentos de atividades econômicas em geral. O Alvará Religioso reconhece e especifica o ritual praticado no templo. Ele é importante até mesmo por questões éticas e de disciplina, entendemos e sugerimos que os Templos de Umbanda e/ou Candomblé, devam se filiar à Federação, seu Órgão de Cúpula, numa salutar demonstração de observância aos bons costumes, à ordem e aos princípios gerais de direito. A união faz a força.
Ao filiar-se a Federação Brasileira de Umbanda - F.B.U, a Entidade estará estendendo uma série de benefícios a todos os membros participantes do Templo, inclusive Assistência Jurídica e Médica a nível ambulatorial.
Funcionar “escondido” à margem da legalidade, divorciado das boas normas de conduta, é atitude contrária aos bons costumes, à segurança e até mesmo ao respeito aos membros que compõem o “Terreiro”.
Os nossos “Filhos no Santo”, os Médiuns, os Adeptos e os Simpatizantes, que nos acompanham nos Templos, nos ajudando mutuamente, na busca de nossa Própria Evolução Espiritual e no cumprimento de nossa Missão Espiritualista, necessitam e merecem o nosso amor e o nosso respeito. Não há Templo tão pobre que não possa se filiar à F.B.U, e nem tão rico que não precise do seu Órgão de Cúpula. Falamos aqui de pobreza e riqueza, no sentido espiritual, no sentido mais nobre da palavra.
Somente a “Pobreza de Espírito”, é lastimável.